fio, a finura do suor
pulso ininterrupto
latente transgressor
em dia agudo de sol melódico
e uma respiração caótica
miscelânea, tramas opostas
em rabiscos de calma
suspiram um sono amordaçado
e param na escada de desejos
e sombra beijo luz encandeia
com ruídos espinhos de algodão
tecem as horas virgens
que transpassam os olhos
de uma manhã anciã.
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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