Bálsamo pulsante em qual euforia
De teias de labirintos implícitos vão(s)
Se perder os teus anseios enluarados?
Em que noite nua brilha a luz dos teus olhos,
Desfeita em fagulhas de diamantes?
Em qual impossível oceano
Deságua seu íntimo (que)
Encerra o laço de sua alma,
Que dilui o calor esfoliante
De seus hábeis lábios diletantes?
Que vaga bruma
Enlaça-te os olhos espectantes
E o coração em chamas que ama e ao amar
Se insana no estrangeiro flutuar
De seu enleio tácito de amante?
Em que sinuosas cordas de vento
Que rodopiam cintilantes num malabarismo mágico
Equilibras teu equilíbrio no ar?
Em que vôo rasante perdestes o floreio de tuas asas,
O beija-flor de sua graça, em recôncavo arfante?
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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