Acordei hoje com uma sensação estranha, de que ontem faltou alguma coisa.
Talvez pequenas palavras, um aceno simples... ou uma voz distante que pudesse fazer um laço com os quilômetros que nos separam e dessa distância fazer um presente-abraço e no calor de nossos corpos, sentir seu perfume, o sussurro de suas saudades a se confidenciarem com as minhas. Porque é no aconchego desses momentos impossíveis (não posso dizer impossível, porque amanhã é um sono que ainda não dormi) que rascunho meus sonhos de um dia inteiro sem sentir falta de nada...
E como um relógio antigo... amanhã marcarei a mesma hora... a mesma estranheza de uma ausência latente do que nunca senti como presença concreta.
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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Manhoso do coração
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