Uma poesia ártica,
claro, é isso que eu desejo.
Uma prática pálida,
três versos de gelo.
Uma frase-superfície
onde vida-frase alguma
não seja mais possível.
Frase, não, Nenhuma.
Uma lira nula,
reduzida ao puro mínimo,
um piscar do espírito,
a única coisa única.
Mas falo. E, ao falar, provoco
nuvens de equívocos
(ou enxame de monólogos?)
Sim, inverno, estamos vivos.
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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