Com o ranger intermitente da manivela
Marcha a música que ainda não é música
E não se sabe se será
(quem é que sabe?)
E ganha vida o carrossel circulador
Espargindo rancor nos corações, nas almas
Despetalando nuvens carregadas
Num mal-me-quer fatal
Galopa em seus cavalos epiléticos
E nessa fome de rodamoinhos
Enclausura os olhos recém-nascidos
Nas teias de uma estrábica discussão...
Que passa...
... Passa...
Feito pássaro abatido
Na noite encantada dos sonhos mancos
Mas o carrossel vertiginoso não pára
Vela o despertar de novos olhos banhados de mar
Que sabe, num batismo santo?
Quem sabe, na sagração do profano?
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Popular Posts
Facebook Page
https://www.facebook.com/moinhoamarelo/
Nenhum comentário:
Postar um comentário