Água... como vida, como sonho
O sal para temperar um mar de desejos
Sonho que quer sair rua a fora
Pelado e gritando para todos
Que é feliz, que e livre
Que deixou de ser sonho para ser borboleta
E não é como ganhar na loteria não,
É muito mais que isso,
É algo que não dá pra dizer em palavras
É apenas sentido... como uma sensação
Em puro estado de lirismo... de gozo
Que percorre a gente de cima a baixo
E um corpo desenhado e esculpido
É seu fiel escultor e mensageiro
Corpo que sofre, que sofreu amarguras
Mas venceu as tempestades, o frio e o calor
E do calor fez festa, celebração,
É onde esse corpo comemora e ritualiza
Os sonhos do seu sonho
Que nu, na avenida,
Samba e dança seu carnaval fora de época
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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