O silêncio, muitas vezes se faz necessário
e como um ritual me retiro do fronte, desapareço em meio a fumaça...
sob a luz opaca de uma lamparina
e meu rastro-astro se dissolve feito vapor frio de água.
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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Gostei desse Gi..
ResponderExcluirObrigada pelas palavras no meu blog..
Achei sua pergunta ótima...
E por que nossos braços nunca são do tamanho da nossa vontade?
Sem resposta pra hoje!
Meu beijo!