Eu bebo a noite
Com becos escuros
De sombras esparsas
Entre ruas desertas.
Eu bebo a noite suja
Que brilha opaca
Em poucas luzes
Eu trago a noite
Em chuva, vazia
E por um instante lúdico
Sinto um prazer fatÃdico.
Eu como a noite
De ruÃdos intermitentes
E lambo os dedos
Nos intervalos de silêncio
Eu...
Eu que sou noite
Dentro dessa escuridão
De mim mesmo
Do desequilÃbrio incoerente
De primeiras horas
Amparado e carregado
Por uma noite bêbada
Que me cospe de volta
De sua dança vacilante
Ao concreto de vômito
Eu...
Eu...
Eu...
...
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossÃveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossÃveis.
Popular Posts
Facebook Page
https://www.facebook.com/moinhoamarelo/
Nenhum comentário:
Postar um comentário