Amparado pela luz vacilante
De uma vela em coma
Vasculho nos escombros
Dessa noite incandescente
Meus olhos tolos
Que se precipitaram no abismo
De uma esperança paralÃtica
De se suicidar na fagulha de um beijo
De enclausurar-se
No emaranhado vertiginoso de um abraço
Encontro-os, enfim
Empoeirados e surdos
Esta parte arredia de mim
Que apanho com uma gravidade
Suficiente e anti-cotidiana
Para depositá-la na desolação
Da minha carne (dissoluta).
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossÃveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossÃveis.
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