Desatarei a fantasia em cauda de pavão num ciclo matizes, entregarei a alma ao poder do exame das rimas imprevistas.
Ânsia de ouvir novo como me calarão das colunas das revistas esses
que sob a árvore nutriz es-
cavam com seus focinhos as raízes.
1916
(Poemas - Vladímir Maiakovski. Trad. Augusto de Campos e Boris Schnaiderman. Tempo Brasileiro, 1967, p. 73)
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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