Radiação no corpo...
um corpo verde-limão
que estica como chiclete Ping-Pong
e estica
estica
estica, para depois lutar
destilar confrontos:
guerras, sangue, morte
uma batalha interna
como uma febre que queima tudo...
que queima!
Um corpo imerso no vermelho.
Como pode o corpo ficar engessado
em apenas duas semanas?
Inerte,
sufocado
despido de vibração?
Mas volto,
como se voltasse de outro tempo.
Cores e imagens se associam organicamente
e se formam puxados por um risco de luz,
da sensação do instante
à uma resposta do corpo sedento.
E o corpo dança...
pleno.
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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