com um guarda-chuva
danço na estrada sinuosa de meus pés nus
me banho em chuvas de medo águas de comprimidos
e se amplia amplifica da mente distorcido
em retalhos de sentidos inventados
portas sem chaves, chaves de molho
e não adianta os uivos do seu silêncio,
eu não vou à festa para ver meus sonhos
dançarem boleros de atrocidades
dei muitos nós em cordas cortadas
para não correr mais atrás de meus passos
apressados alquebrantes de sede
quero asas nos olhos e dispenso o brilho reclamado
e de uma britadeira nos ouvidos faço meu guia
porque mãos de fumaça não podem acariciar
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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