Queria escrever um poema de amor
Que não fosse muito lento
Ou rápido
Tentar corresponder a velocidade desse sentimento
Que inefável
Foge entre os dedos
Como uma flor de areia que não suporta
O toque
Sem entender que todo poema de amor
Dos grandes aos tolos
Só podem ser uma forma de tentar alcançar
O amor
Sempre me fugindo como uma pequena flor
Beijada pelo vento
Que foge das minhas mãos e
O amor
Alguma coisa
Esse poema é uma tentativa de comunicação, de quem tem, tem de falar
Tem de lhe falar
Num gesto de desespero
Num gesto de
..........
E não ouso falar
Gil Miri
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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Thiago, graças ao Deus que não existe, vc voltou a escrever menino! Tava com saudades!
ResponderExcluirOlá, meu querido amigo. Seja bem vindo. Vou te contar, não foi fácil convence-lo s postar aqui.. mas no fim venci, e agora podemos apreciar sua poesia
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