Estrangeiros em nossa cidade. Estrangeiros porque há poucas raízes aqui, povo sem cidadania. Existe um tema, ressaltado pelo filósofo alemão, Walter Benjamin, do barco que representa a saída, metáfora também da cura. Nesta cidade, vivemos nesse processo de ida, para, logo depois, sentir a frustração da volta, no trem. Por toda a parte o asfalto está ruindo, revelando nossas raízes de barro, nosso passado de lama consome os nossos pés nos dias de chuva, não se pode adiar, precisamos fazer as pazes com o passado, não deveríamos esquecer – eis o nosso mal.
Mesmo estando em outra cidade, lá estarão os nossos pés sujos de lama que não nos deixará mentir. A lama nos pés é o nosso passado clamando por ser redimido.
Devemos ter olhos para identificar as fantasmagorias de progresso, colocá-las em seu lugar.
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Popular Posts
Facebook Page
https://www.facebook.com/moinhoamarelo/
Nenhum comentário:
Postar um comentário