Perdi-me no meio do caminho.
Não fui eu quem semeou
entre tuas coxas
Não fortaleci o solo,
não arei a terra
não trouxe suspiros a esse pasto.
E cresces aí esse fruto que me é estranho,
obscuro.
O leite de teus fartos seios escorrerão pela bola ávida.
Não fui eu quem semeou,
mas tratei da terra
e vi ela secar
Cheguei à hora da colheita
e vi a terra ruir.
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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