Foi num daqueles dias
Que o tempo custa a escoar suas horas
Que reparei verdadeiramente
naquela gente
Que toma, todos os fins de tarde,
O trem de regresso
Reparei que tinham de fato
Olhos de caverna, todos eles
Como cancros fincados em seus rostos
Durante aquela uma hora,
Que custou gerações a debulhar seus minutos
Ficaram todos eles e elas encolhidos
No fétido conforto
De suas entranhas
Acostumados a esperar
A esperança de um dia
Sair da caverna de seus olhos
Mas o máximo que aconteceu
Foi o trem chegar à estação terminal.
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossÃveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossÃveis.
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