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| Paulo Vieira |
desarmado de contratos
Ínfimos enquanto dure
Não me restou outra saída
Se não,
Acalmar minhas vontades,
Descalçar minhas indiferenças
Para desbravar outros olhares
Para desencontrar-me de
caminhos pilhados
Arte, poesias, sonhos imaginados, reais e impossíveis
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| Paulo Vieira |
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