Eu sinto assim: um mínimo de palavras que transborda sentimentos e memórias de tempos em que se podia viver num país livre e as coisas mais simples da vida não seria um crime... Tanto em Pollock quanto em Paes, ouço um grito de liberdade expresso em palavras e tintas, que os desobrigam de qualquer explicação racional.
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
alguen porfavor poderia me explicar o sentido poético deste poema eu simplesmente não consigo entender
ResponderExcluirEu sinto assim: um mínimo de palavras que transborda sentimentos e memórias de tempos em que se podia viver num país livre e as coisas mais simples da vida não seria um crime...
ResponderExcluirTanto em Pollock quanto em Paes, ouço um grito de liberdade expresso em palavras e tintas, que os desobrigam de qualquer explicação racional.