Já que chegamos ao juízo derradeiro
Vou calçar minhas pernas de pau,
Não quero mais o conforto do equilíbrio
Que venha 2012
Estou pronto pra sambar
Vou bater meu tamborim até o dia amanhecer
E não serei malabar
Jogado no ar à sua própria sorte
Serei antes, a transgressão visionária
De Calabar
Que venha a fúria do desespero
Já levantei minhas trincheiras de imaginação
E meu nariz vermelho
Está carregado e pronto pra fuzilar
A estupides nonsense
Dos carrancudos de plantão
Que venham as profecias Maias
Estou tecendo minhas fantasias bacantes
Para profanar os ritos caducos
E vou cantar os mitos apocalípticos
No mais depravado estilo funk carioca
Que venha 2012
Estou pronto para ser mais Eu
Em meio à lama de marionetes
E a partir de hoje
Passo a forjar meu exército
Quem estiver pronto, se aliste.
Gil Miri
Arte-educador por devoção, ator por necessidade vital, ambos por profissão e amante incondicional da Arte.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Gil! ser gauche na vida, mas sobretudo, sou um fingidor. Finjo tão completamente que chego a fingir que sou ator, o ator que deveras sou.
E aqui é meu canto. É neste espaço sob as hélices de alguns mestres que acordo meus sonhos imaginados, reais e impossíveis.
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