Relógio, por Oswald de Andrade e Chagall


As coisas são
As coisas vêm
As coisas vão
As coisas
Vão e vêm
Não em vão
As horas
Vão e vêm
Não em vão


Marc Chagall
O Tempo Não Tem Margens
(Le temps n'a point de rives, 1930-1939, 100 x 81,2 cm)

Gil Miri

6 comentários:

  1. Muito bacana o sítio, parabéns!!
    Vou visitando, um bocadinho por vez.
    Abrçs
    Feliz Natal 2012
    Geraldo

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  2. Olá Geraldo. Gratidão pela visita... fique à vontade para aparecer quando quiser.
    Feliz Natal pra você também.

    Um forte abraço

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  3. Gil, ontem, pesquisando "Anália Foi Depois" para ter uma ideia da quantidade de acessos, fui parar em MOINHO AMARELO e não consegui sair mais. Seu trabalho tem uma excelência que merece ser visto, lido e apreciado por todos aqueles que prezam a qualidade e a riqueza de conteúdos. Hoje voltei e estou bisbilhotando mais uma vez. Parabéns.
    Ah, fiquei sabendo que você é amigo de uma pessoa que te admira e preza, minha mulher: Susie Mathias.
    Abraços.
    Oswhaldo Rosa

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  4. Oswaldo, gratidão sem tamanho por suas palavras... sabe, vou, conforme os ventos, garimpando aqui e ali, a pluralidade e beleza de nossa poesia, brasil e mundo afora; e com os mestres vou aprendendo um pouco... e se você tiver poesias suas e/ou de quem você gosta e acredita que vale a pena, me manda que eu publico... a ideia mesmo é tornar este um espaço para trocarmos ideias...

    E que coincidência maravilhosa: eu adoro o trabalho da Susie, tanto o solo quanto o trabalho com as meninas do Mawaca.

    Forte abraço...

    Volte sempre! O moinho continuará girando!

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  5. O garimpo nas palavras! Cavoucando um pouco, sempre é possível se espantar com a pluralidade de nossa língua. Seja bem vindo Herculano...

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